sábado, 30 de janeiro de 2010

sábado, 23 de janeiro de 2010

Não as faça, não diga nada.


Partindo do principio de que: "Nada reflete um homem melhor que suas palavras."
Pode dizer qualquer coisa sem a menor pretensão que eu vou lembrar, pode dizer sem pensar, eu não vou relevar, pode dizer e esquecer, eu vou cobrar. É porque de fato vou lembrar, me importar e ainda usa-la provavelmente conta quem as disse. Palavras, não sei se para todos, mas pra mim não são apenas palavras. Tem lá suas exceção, também não sou neurótica a ponto de levar tudo ao pé da letra, mas ainda assim peço cuidado com o que me disser. Existem coisas na minha cabeça ditas a anos, talvez promessas feitas e não cumpridas... De verdade eu nem quero que as cumpra mais, só me pergunto porque promessas são feitas sempre assim, para serem quebradas? Cada promessa feita por mim me sufoca com o tanto de seriedade que eu ponho nela. Repito mais uma vez, há suas exceções, não falo sério o tempo todo e nem tudo que eu digo é pra ser levado ao pé da letra, existe os momentos de descontração. Mas não é assim com todos, eu sei. Já ouvi promessas diversas, até mesmo as mais clichês do tipo: Pode não ser hoje, nem amanhã, ou pode ser daqui a cinco minutos, tudo mude e fiquemos juntos. Só um instante... Quem disse que essa promessa ia mudar algo na minha vida ou o possível desespero do momento? As pessoas não sabem como contornar uma situação, esclarece-la de forma lógica e aí então, fazem a shit de prometer coisas a fim de terminar a conversa. Não sei que fim dar a essa manifestação minha, nem sei o começo que teve, sei que detesto com força palavras em vão!

Não tenho a menor fome de promessas e juras.

Viver.


Eu equero estar onde o povo está. Eu quero ver um casal dançando e caminhando em seus, como eles chamam?! Ah, pés. As barbatanas não ajudam não. Pernas são feitas pra andar, dançar e caminhar pela, como eles chamam?! Ruas... Poder andar, poder correr. Ver todo dia o sol nascer. Eu quero ver, eu quero ser, ser desse mar. O que eu daria pela magia de ser humana. Eu pagaria por um só dia poder viver com aquela gente, e conviver, e ficar fora dessas águas. Eu desejo, eu almejo esse prazer. Eu quero saber o que sabem lá. Fazer perguntas e ouvir respostas. O que é o fogo? O que é queimar? Lá eu vou ver. Quero saber, quero morar naquele mundo cheio de ar. Quero viver, não quero ser, ser desse mar.




Pequena Sereia

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Leeland



There is no one that can fill this void
Like You fill this void in my heart
My life is just a human one
But You pick me up and call me son
Speak, Lord, I am listening
Yes, Your child will serve faithfully
Like a thief in the night

Llegó temprano


Ela chegou. Bateu com força aqui no quarto. Assustada eu tive que sair correndo para ver se estava tudo no lugar. Engraçado ela ter assim, um gênio tão forte, tem por honra que me dizer que está aqui e trouxe tudo que lhe foi pedido. Enfraqueceu-se agora. Vou pedir, que ela leve tudo que eu quero que ausente-se por um momento. No próximo encontro ela me entrega. Ela está indo... Deixa como despedida 7 cores pintadas no céu.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Rain


É. Esses dias quentes tem perturbado a minha cabeça, tirado meu juízo de mim... Mandou o senso ir embora. Fazendo com que minhas idéias sejam mais do que nunca uma bola feita de lã. Queria, como sempre quero, minha companheira. Que deixa minha janela molhada e refletindo a luz dos carros da principal. Sei que ela é capaz de trazer consigo todas as coisas que deixo cair de mim, e que os dias quentes me tiram. Se penso em dizer um Olá a ela, mesmo da beirada da janela, ela me retribui com um beijo gélido na ponta do nariz em forma de gota. Tenho depositado nela muitas coisas e responsabilidades minhas. Pena ela não as resolver por mim, mas guarda e quando chega sempre me entrega tudo que com ela foi deixado. Molhado.

E tudo não passa de um...


...
Golpe de mão e desvio do destino. Ora aqui, ora ali, ora não se sabe onde está e tudo que quer é se encontrar, em algo, em alguém, em si. Perder-se nem sempre é tão medonho, achar-se por si parece pior. Quando se acha simplesmente não tem mais do que ir a trás, e não ter algo para ir a trás é mesmo, de fato, medonho.
Cá estou, a trás de mais um lugar onde eu possa não me encontrar tão facilmente.