quinta-feira, 25 de março de 2010

Ausência inútil.


"Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripe estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar."


Texto que a Lorena (Irmã de coração e de historia) me mandou, que diz muita coisa para ambas e que pertence a Clarice Lispector.


terça-feira, 23 de março de 2010

WORLD


If I could write one letter to the world as we know it
I would list these rhymes that mean everything to me

sexta-feira, 19 de março de 2010

Só.


Não digo mais nada. Porque não quero e porque não preciso.

terça-feira, 16 de março de 2010

Til I See You


The greatest love that anyone could ever know
That overcame the cross and grave to find my soul
And 'til I see You face to face
And grace amazing takes me home
I'll trust in You

With all I am I live to see Your Kingdom come
And in my heart I pray you'd let Your will be done
And 'til I see You face to face
And grace amazing takes me home
I'll trust in You

I will live to love You
I will live to bring You praise
I will live a child in awe of You

You are the voice that called the universe to be
You are the whisper in my heart that speaks to me
And 'til I see You face to face
And grace amazing takes me home
I'll trust in You

You alone are God of all
You alone are worthy Lord
And with all I am my soul will bless
Your Name

domingo, 14 de março de 2010

Questão de amor.


E não há lugar que eu ame mais do que a minha casa, o meu canto, as minhas coisas, o meu espaço, o cheiro, as cores, o jeito, o tamanho e tudo o que nela existe.
O dono da verdade foi quem disse: Nada se compara com a casa da gente.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Don't be


Há dias em que não queremos existir completamente. Onde coisas legais perdem a graça e o que não nos agrada torna-se a cada segundo uma tortura.
O relógio é o primeiro a te virar as costas, nas horas que você mais precisa ele divaga. E ainda tem esse sol que só esquenta a cabeça e nem uma leve brisa parece soprar.

São nesses dias que você não quer ser, que exigem toda a sua presença.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Incrível como...


...Consigo ser tão apaixonada pela vida, pela minha vida.
Não tem explicação que baste sobre esse sentimento.

domingo, 7 de março de 2010

I'll be...


Quando lhe perguntaram o que queria ser quando crescesse, não vacilou: televisão.

sábado, 6 de março de 2010

Drunk.


É como estou hoje, sem mais.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Hoje me peguei a dois anos atrás.


De manhã, bem cedo, acorda. Os pensamentos não eram os mesmo mas tinham certa semelhança. Volta e meia, sem querer, eu me surpreendo estando igual a dias atrás. Parada vendo a vida passar enquanto não é minha hora de ir com ela. Planejando o futuro, não muito diferente do que planejei antes, pequenas alterações.
Só pude constar de verdade que o tempo, traiçoeiro, passou.

terça-feira, 2 de março de 2010

New.

Novo title page feito pelo Leo Telles: http://twitter.com/leotecasi

So hard.


Como entender atitudes alheias? Como perceber que não é preciso entender? Acostumar-se a não querer mais saber do amanhã não é tão fácil quanto eu desejei que fosse. A incerteza é o que mais consegue me atingir, não sei lidar com o que pode estar por vir, não sei, não aprendi. Desde sempre tive o mau-hábito de querer ter tudo controlado, o que pudesse vir a acontecer e o que pudesse dar errado. Não sei como eu fazia isso, mas seja como for não tem dado mais certo. Realmente não sei o dia de amanhã, não sei o que esperar e por isso, não tenho armas em mente para me proteger.
Talvez eu seja frágil ou ache que sou, e por isso sinto a necessidade de me auto proteger de tudo, até mesmo do nada.
Vou continuar vendo a chuva bater, o frio embaçar as janelas... Enquanto tento acostumar-me a não estar acostumada e não saber de mais nada.

segunda-feira, 1 de março de 2010

He.




Você é a dependência que me liberta